Tratado De Alcáçovas

Tratado De Alcáçovas 1

Tratado De Alcáçovas

Repartiu os territórios do oceano Atlântico entre Portugal e Castela. Portugal manteve o controle sobre isto suas posses de Guiné, Também, a Madeira, os Açores, Flores e Cabo Verde. A Castela reconheceu a soberania a respeito de as ilhas Canárias. Reconheceu que o imposto chamado o quinto real fosse percebido por Portugal nos portos espanhóis, incluindo os navios que tivessem sido enviados pra Mina de Ouro antes da assinatura do mesmo. Reconheceu a Portugal a exclusividade da vitória do Reino de Fez.

Também concordaram com o casamento da infanta Isabel de Aragão, filha primogênita dos reis católicos, Isabel e Fernando, com d. Afonso, filho único do rei João II de Portugal, príncipe herdeiro de Portugal. A amplo dote pago pelos pais da noiva representou a indemnização de competição obtida por Portugal.

Assim sendo, o rei de Castela, Henrique IV, em 1474 tinha dois pretendentes ao trono castelhano: sua única filha Joana e Isabel de Castela, irmã de Henrique. Joana tinha o suporte de uma porção interessante da alta nobreza castelhana e de teu noivo, o rei Afonso V de Portugal.

Isabel contava com o apoio do restante da nobreza e da Coroa de Aragão, por estar casada com o herdeiro, Fernando. Durante o século XV, os navegadores, comerciantes e pescadores de Portugal e de Castela foram adentrando cada vez mais no oceano Atlântico. Os reis de ambos os reinos impuseram as taxas para as mercadorias trazidas do exterior e que de forma acelerada surgiram atritos a respeito da qual o soberano correspondiam os impostos provenientes de qualquer um dos territórios descobertos. Uma controvérsia chave foi o controle a respeito da área de Guiné e da Mina, rica em ouro e escravos. Outro ponto considerável foi a quem pertencia o justo de conquistar as ilhas Canárias.

As ilhas de Lanzarote, Fuerteventura e Ferro foram conquistadas por cavaleiros normandos para Castela entre 1402 e 1405, todavia os navegantes portugueses não deixaram de tocar nas ilhas e capturar escravos delas. Em 1431 os soberanos João I de Portugal e d. João II de Castela, assinaram o primeiro tratado de paz. Em 1449, o rei Afonso V de Portugal chegou a permissão do monopólio do comércio das Canárias.

Em 1441, chegaram a Lisboa os primeiros carregamentos documentados de ouro provenientes da Guiné. João II de Castela, em 1454, e a situação de fragilidade de seu subcessor, Henrique IV de Castela. Em 1456, o próximo papa Calisto III, confirmou o monopólio de Portugal e, também, concedeu a Ordem de Cristo portuguesa da autoridade eclesiástica em todas as terras desde o cabo Bojador e Nam “até os índios”. O rei de Portugal, adotou uma política comercial aberta, permitindo aos súditos estrangeiros negociar nas costas africanas a modificação dos correspondentes impostos.

O único prejudicado foi então o rei de Castela. O acordo encerramento foi assinado pelos negociadores na cidade portuguesa de Alcáçovas, em quatro de setembro de 1479. Quatro dias depois, foi ratificada pelo rei de Portugal e proclamado desse reino. 1. Repartição das zonas de interferência no oceano Atlântico. Este acordo é o que se costuma denominar justamente Tratado de Alcáçovas. 2. Destino da rainha/princesa Joana, em caso de abandonar o convento, que não teve que ser aplicado.

  • 2 a tensão entre A República e a Igreja católica 3.2.1 O “caso Segura”
  • A garçonete (1959)
  • Date, C. J., & Darwen, H., & Pascal, F. Database Debunkings
  • Berta (1963)

3. O Contrato de casamento entre d. Afonso, herdeiro português, e Isabel, filha mais velha dos reis de Castela e Aragão. Estes 2 documentos são, normalmente, chamados Tercerías de Moura. 4. Perdão aos castelhanos juanistas. Em primeiro ambiente, o Tratado de Alcáçovas, incluiu um lembrete do tratado assinado em 1431 entre d. João I de Portugal e d. João II de Castela (paz de Medina do Campo-Almeirim).

sendo assim repartiu os territórios atlânticos entre Portugal e Castela, sendo a grande maioria para Portugal, com a excepção de “ilhas Canárias”. Os reis de Castela e Aragão, e reconheceram o rei de Portugal a exclusividade da conquista do Reino de Fez.

Portugal e a seus reinos e sucessores, poderão continuar a essa vitória e a defenderão como os curtirem e por bem cercar. O quinto ou quinto do rei era um imposto cobrado na coroa a respeito as mercadorias trazidas por barco para a Península desde os territórios do Atlântico chamados de “Guiné” e “Mina de Ouro”.

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