O Que São Os Imaginários E Como Atuam Na Cidade?

O Que São Os Imaginários E Como Atuam Na Cidade? 1

O Que São Os Imaginários E Como Atuam Na Cidade?

Revista eure (Vol. XXXIII, N° 99), pp. Diálogo com Néstor García Canclini, Quais são os imaginários e como atuam pela cidade? Néstor García Canclini é Doutor em Filosofia na Universidade de Paris e Da Prata, Argentina. Entre os seus livros encontram-se bem como os Consumidores e os cidadãos, A globalização imaginada, Culturas famosos no capitalismo e Diferentes, desiguais e desconectados. Seus temas de procura atuais são as políticas culturais e os processos de globalização e as relações entre arte contemporânea e antropologia. Néstor García Canclini é “Distinto Professor” na Universidade Autônoma Metropolitana, campus de Iztapalapa, Departamento de Antropologia. Ademais, é “Investigador Nacional de Excelência”, designado pelo Sistema Nacional de Investigadores do México.

Qual seria a sua especificidade em ligação aos imaginários sociais em sentido vasto? Quais são os focos que são estudados por intermédio da compreensão dos imaginários urbanos? Néstor García Canclini: Uma primeira pergunta é que entendemos por imaginário. Segundo a linha teórica, a atividade ou disciplina em que nos situemos, as definições mudam.

A mim me é atraente a descrição lacaniana, que contrasta o simbólico e o real, no entanto ao mesmo tempo não estou seguro de que possa ser a mais produtiva no serviço do cientista social. Em alguns aspectos, talvez o seja, mas assim como acho que adiciona muito a pergunta do imaginário. Assim, finalizei por optar por uma geração que eu chamaria sócio-cultural, que coloca o imaginário numa linha mais heterogênea de pensamento. Em termos muito gerais, desejamos expor que imaginamos o que não conhecemos, ou que não é, ou o que ainda não é. Em novas expressões, o imaginário remete a um campo de imagens diferenciadas do empiricamente observável.

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Os imaginários correspondem a elaborações simbólicas de o que vemos ou o que nos electrocuta ou gostaríamos que existisse. Estamos numa circunstância —quanto à criação de entendimento – que não é justamente nem sequer a moderna ou pós-moderna. Na modernidade se aspirava a um discernimento científico que pudesse organizar as totalidades sociais e fazer afirmações a respeito da ausência absoluta de como funcionava o universo, da cidade ou de uma nação. A pós-modernidade teve o valor de problematizar os padrões ou notabilizar a relatividade dos modos em que organizábamos o discernimento e aceitar que podia haver muitas histórias para um mesmo método, ou pra um conjunto de fenômenos.

Também é legítimo dizer, como se faz, dos imaginários a partir das práticas sociais dos atores que não têm a intenção de elaborar ciência ou conhecimento científico. Em divisão, correspondem à mesma execução: trata-se de enfrentar com a imaginação como o mundo tem êxito e como eles podem chegar a funcionar as lacunas, os vazios, as lacunas do que sabemos. Esta tarefa executam os atores sociais, políticos, os indivíduos comuns.

Convém reconhecer entre os imaginários produzidos por atores comuns, sem pretensões científicas, o que se espera de um cientista social, de um pesquisador. Se trazemos esse debate para a dúvida urbana, surgem muitas observações e questões. Por um lado, nos deparamos com um utensílio de estudo específico —a cidade – em uma promessa aproximado ao anunciado acima: o Que queremos saber de uma cidade, e principlamente de uma vasto cidade?

neste sentido, encontramo-nos em uma fase distinta da dos estudos urbanos, há algumas décadas, que se sentiam mais satisfeitos com fácil especificações sócio-económicas dos desenvolvimentos urbanos. Atualmente, damos muita importancia à cultura, ao simbólico, à complexidade e a heterogeneidade do social pela cidade.

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