O Acordo Com As FARC Será Complicado Transportar Para a Realidade Pela Colômbia

O Acordo Com As FARC Será Complicado Transportar Para a Realidade Pela Colômbia 1

O Acordo Com As FARC Será Complicado Transportar Para a Realidade Pela Colômbia

Os encarregados de doar a notícia foram os porta-vozes da Noruega e de Cuba, os países acompanhantes neste recurso de diálogo que tem estado estagnado pela última década. Em termos gerais, e como resumiu a revista Semana, a de maior circulação pela Colômbia, o acordo tem como “pedra angular” o baixo camponês, ao mais indigente.

as Duas partes optaram que será feito um fundo de terras pra dividir para os que não as têm. Se formalizarán dos títulos de domínio, será criada uma jurisdição agrária pra protegê-los e modernizará o cadastro, uma tarefa pendente há mais de trinta anos. Assim como foram feitos planos pra suprir as deficiências pela educação, habitação, saúde e infraestrutura no campo.

E coloca-se o fechamento da fronteira agrícola, o que, em novas expressões, significa cuidar os camponeses sem-terra para que não tenham de deslocar-se pra economias ilícitas -leia-se cultivos de coca-, negócio motor do combate armado. As partes, todavia, não se importaram em doar detalhes sobre isso como será isto. Mas, o removê-lo pra frente será complexo e, desta maneira, para muitos este anúncio foi essencial, sim, contudo acima de tudo, estratégico pro governo Santos, que estaria à procura de apoios pra sair reeleito.

Como o analisava o portal de web “Cadeira Vazia”, na Colômbia impera a informalidade da propriedade rural. “A Cadeira Vazia” disse um estudo de Ana Maria Ibáñez, a decana de Economia da Instituição dos Andes e uma das maiores especialistas em terras na Colômbia.

“A informalidade pela terra dos menores agricultores é de 48%. De cada dois menores agricultores, só um tem direitos formais a respeito da tua terra”. Esta informalidade torna inadmissível que haja um realista mercado de terras e investimentos significativos no campo.

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Um agradável exemplo destacado na “Cadeira Vazia”. Quase a metade-55%- das pessoas despojadas durante o combate tinham acesso à terra antes de ser deslocadas. A maioria eram menores agricultores, cujas parcelas eram em média treze hectares. Imediatamente, um dos grandes armadilhas para o seu regresso está no alto grau de informalidade pela terra.

Segundo Ibáñez, só um de cada três camponeses deslocados tem títulos formais para suas terras. “Se eu realizar a formalização da terra, neste momento seria uma vasto conquista”, diz Ibáñez. “Isto é fundamental para que o mercado de terras funcione”. No mínimo é um passo. E não está nada mal.

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