“Nós Antecedendo O Negócio Familiar, A Tudo E A Todos”

"Nós Antecedendo O Negócio Familiar, A Tudo E A Todos" 1

“Nós Antecedendo O Negócio Familiar, A Tudo E A Todos”

Quinta geração no restaurante asturiano Casa Gerardo (Prendes), Marcos Moran revê a história de uma das casas mais emblemáticas da gastronomia espanhola e a ligação com teu pai, com quem partilha o protagonismo pela cozinha. Você tivesse sido mais correto que o seu restaurante chamado Moradia Benigna, se era ela quem cozinhava e não o bisavô Gerardo? A uma moradia onde a todo o momento tinham cozinhado elas.

É verdade que foi fogão de mulheres, até que chegou meu pai. Por justiça o restaurante deveria ter sido chamado Residência Géis, por minha avó Anjos. Ela foi a terceira formação e a mais considerável: com quinze anos, entrou na cozinha e passou em tal grau tempo que eu mesmo cheguei a trabalhar com ela nos meus primeiros anos.

Agora é muito maior, todavia sem dúvida foi a dinamizadora gastronômica, no entanto teve a infelicidade de adiantar-se muito com a sua data. Com a força que tinha, tanto a nível temperamental como gastronômico, hoje teria sido a bomba. “Por justiça o restaurante deveria ter sido chamado Residência Géis, por minha avó Anjos. E quem foi Gerardo? Meu bisavô era um cara com muita personalidade.

  • COLÔMBIA Com o Equador, o Brasil
  • o caralho locoooooooooo, irei com o pau pra fora yaaaa
  • de Acordo parcial de livre comércio com a Venezuela (assinado janeiro de 2012 e vigência agosto de 2013)
  • Manuel Vermelho Asenjo (conversa) 18:09 vinte e oito de maio de 2017 (UTC)
  • um 1.1 Cronologia Atores de EON Productions

eu Tive com ele uma ligação muito especial, que a poucos meses de meu nascimento ele perdeu sua esposa em um imprevisto de trânsito e se dedicou a cuidar de mim. A nossa família a toda a hora foi rodeado desgraça dos acidentes.

A maldita via em frente ao restaurante, em Prendes. A toda a hora essa maldita avenida. Um ano antes de eu nascer, o irmão de meu pai se matou com 22 anos ao colidir contra um caminhão. E pôs-se à frente do negócio da quarta geração: Pedro Morán. Ele pegou as rédeas aos vinte e cinco anos de idade e teve que amadurecer a uma velocidade tremenda.

A mim puseram-me Marcos, em homenagem ao que teria sido o meu tio, e a poucos meses de meu nascimento, um dia Benigna cruzava a estrada comigo na alcofa. Ele Me puxou para um ciclo e me deixou nos braços de uma vizinha para encher o para carrinho de arbeyos (ervilhas). E quando cruzou a via de volta, a atropelou um carro e a matou. Meu pai estava jogando a partida com os vizinhos do público e viu sair disparado o para carrinho.

Sem saber, naquele dia em que morreu minha bisavó, a mulher de Gerardo, eu voltei a nascer. E para animar um pouco para o homem do campo, o que eles fizeram foi deixar ao cuidado do menino. Você cederam a criancinha para completar o buraco que havia deixado a esposa?

Sim, e o meu berço passou a estar no quarto de meu bisavô Gerardo. Ele foi meu melhor conhecido até que eu tinha nove anos quando morreu. Foi quem me ensinou a rezar, a fazer os deveres da escola, e eu adorava tumbarme no sofá abraçada a ele, visto que o adorava.

Antes de tua morte, houve outro episódio rígido: em 1987 em um terrível incêndio queimou todo o restaurante. Foram anos difíceis, todavia saímos na frente com o tandem que criavam o meu pai e a minha avó e que eu não tinha nenhum interesse em participar.

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