Nada De Respostas Na Mídia

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Nada De Respostas Na Mídia

Não estão de todo conformes no Unidas Podemos, com a negociação que mantêm com o PSOE em busca de um acordo de Governo. Pablo Iglesias está chateado com o que domina são “ameaças” e “ultimátums” lançados pelos socialistas nos últimos dias nos meios de intercomunicação: rejeição a ministros de nós Podemos, basta cargos intermediários pela Administração.

O líder roxo contestar de plano. Mantém a determinação de ter incontáveis poltronas do Conselho de Ministros: “Não, eu entendo que Sanchez vá faltar o respeito aos 3,sete milhões de eleitores Unidas Podemos”. A formação não contempla não sentar a Igrejas e outros dirigentes em Moncloa. Igrejas desconsiderar as mensagens lançados pelo PSOE, que pedem uma resposta Podemos contra o que consideram a sua oferta: Governo monocolor, todavia membros Podemos em cargos intermédios da Administração. Em nós não Podemos se dão por mencionados. A equipe de Igrejas considera que nem começou a negociação e afean a maneira do PSOE, que qualificam de descaso.

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Isto é, Igrejas pede incalculáveis ministros para a sua geração. Mantém-se a condição: só não quer ser ministro, todavia que aspira a mais de uma carteira, o futuro Executivo. Igrejas Sánchez, em entrevista na Radiocable. Embora existem muitos canais de comunicação abertos, interlocução em diferentes níveis, na verdade, não houve negociação entre o PSOE e Unidas Podemos. Apenas um par de reuniões entre Sanchez e Igrejas, todavia nem ao menos mesas de negociação setoriais entre os pcs.

Isso causa certa desespero e desconfiança pela geração morada. Mas Igrejas deu a ordem de não tirar os pés do barro. Nada de respostas nos meios de comunicação. O líder roxo comprometeu-se com as Igrejas pra preservar a discrição e é isto que tem imposto aos seus. Considerados no teu computador que entrar pela briga mediática com o PSOE significaria ofertar aos socialistas motivos pra aprofundar a sua posição de impossibilitar um Governo de coalizão. Fontes Podemos garantir que eles não inspiram a ruptura.

Igrejas. Uma mensagem direta, clara. Para Podemos não estar no Governo seria uma desconsideração. E utilizada como ponta de lança os acordos entre socialistas e roxos alcançados em Valência, Baleares ou Canárias. Em todos eles, Podemos estará no Executivo, com grandes responsabilidades, se bem é verdade que, no Congresso, Podemos e PSOE não somam maioria (165 deputados, contra 176 necessários).

Diante disso, Igrejas recordou que 2 potenciais parceiros para alcançar a maioria, como ERC ou PNV, não demonstraram rejeição qualquer a coligação. Por sua parte, Álvarez a toda a hora reconhece que “a configuração de um Governo estável, robusto, a participação Unidas Podemos é fundamental”. Embora ambos os líderes sindicais esgrimieron que a geração do Executivo cabe aos políticos, sim mostraram tua preferência por um “acordo forte” entre o PSOE e Unidas Podemos.

trata-Se da segunda citação que o líder Podemos mantém com os grupos sociais em que Pedro Sanchez é um candidato para a investidura. Há uns dias, se reuniu com muitos grupos ambientalistas. Ambas as reuniões serviram ao líder Podemos indicar o apoio de representantes da população civil tal em tuas medidas programáticas como a inevitabilidade de um governo estável. Um aval, em pleno pulso com o PSOE.

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