Introdução Ao Narcisismo (1914)

Introdução Ao Narcisismo (1914) 1

Introdução Ao Narcisismo (1914)

Sigmund Freud introduziu em sua obra, contudo com uma descrição mais difusa. Em teu uso coloquial que designa um estudo de si mesmo ou vaidade fundamentado na própria imagem ou ego. Como neste momento citou, a frase vem do velho mito grego a respeito do jovem Narciso, de especial graça, que se apaixonou insaciablemente de sua própria imagem refletida na água. A psicologia humanista considera que o narcisismo patológico coincide com auto-estima baixa ou errada. Do ponto de visão psicológico e social poderá identificar um significado psicogenético ou psicoevolutivo: o narcisismo como um passo indispensável e onipresente do desenvolvimento da personalidade.

Andrew P. Morrison, professor de Psiquiatria da Faculdade de Medicina de Harvard, defende que, nos adultos, uma razoável quantidade de narcisismo saudável permite equilibrar a percepção individual das próprias necessidades em conexão com os outros. Ademais, Existe o narcisismo patológico, diagnósticos de exercício tradicional em psiquiatria e de conotações negativas.

Este designa um traço da personalidade, caracterizado por uma baixa auto-estima, acompanhada de uma exagerada supervalorização da sua própria gravidade e de um amplo vontade de carinho pelos outros. Fora do âmbito psicológico, os termos “narcisismo” e “narcisista” são freqüentemente usados pejorativamente denotando, vaidade, presunção, egocentrismo ou claro egocentría.

Aplicado a um grupo social é freqüentemente usado para denotar elitismo ou indiferença pra com a dificultoso situação dos outros. Em ocorrências de discussão, contudo, esses termos são utilizados para desenhar paralelos entre as queixas a respeito de comportamentos centrados em si mesmo e o transtorno de personalidade narcisista mais do que para a auto-estima saudável.

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Um dos grandes personagens da mitologia grega, usado, em pleno século XXI como vasto referência pra novas atitudes e habilidades socialistas. O relato mais conhecido sobre o mito de Narciso é o que Ovídio relatou em seu terceiro livro Das Metamorfoses, no ano quarenta e três a.

C. A tragédia começa a se formar desde a geração da moça Narciso, posto que ele é fruto de dureza sexual. O deus-rio Cefiso, depois de raptar e violar a náiade Liriope, gerou nela um jovem de esplêndida formosura, a quem deram o nome de Narciso.

Perguntado sobre isto se o recém-nascido teria uma longa existência, Tiresias, o sábio qualificado de prever o futuro, respondeu crípticamente “Sim, sempre e quando nunca se conheça a si mesmo”. No decorrer de sua existência, Narciso, vai causar em homens e mulheres mortais e deuses, grandes paixões, pras quais não responde na tua incapacidade de adorar e reconhecer o outro.

de acordo com o relato de Ovídio, entre as adolescentes feridas por seu afeto estava a ninfa Eco, que havia desapontado a Hera, e desse jeito ele se havia sentenciado a repetir as últimas expressões de tudo o que se lhe dissesse. Eco foi, sendo assim, incapaz de mostrar com Narciso de teu carinho por ele, entretanto um dia, quando ele estava caminhando em uma floresta, acabou se afastando de seus colegas.

Quando Narciso perguntou ” você “, Eco feliz respondeu: “Aqui, aqui”. Incapaz de vê-la escondida entre as árvores, ele gritou: “eu “. Após responder: “venha, Venha”, Eco saiu de entre as árvores, com os braços abertos. Narciso cruelmente se recusou a aceitar o teu amor.

Tentado por Afrodite, ao observar a sua imagem no espelho da superfície da água, sentiu um fascínio por tua própria imagem de que não podia subtrair-se. Não podia tocar nem sequer abraçar o ser que via refletido na água, contudo bem como não podia desviar a visibilidade com ele.

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