Crescem Os Investidores Que Apostam Em Fundos De Organizações Sustentáveis

Crescem Os Investidores Que Apostam Em Fundos De Organizações Sustentáveis 1

Crescem Os Investidores Que Apostam Em Fundos De Organizações Sustentáveis

Que o dinheiro não se use a você, use-o tu para alterar o universo”. São apenas alguns dos requisitos que tem que executar um fundo de ISR para que investidores como Manuel González (autor da frase que encabeça esta notícia) decidam levar lá o teu dinheiro. Este vizinho de Barcelona, de 75 anos, há décadas, que investe com critérios éticos. É vegetariano e um apaixonado pela meditação, técnica que considera importante para diminuir tensões numa comunidade que vai muito acelerada. Esses dois mundos, tão consideráveis em sua vida, pesam, então, muito em sua escolha na hora de optar por um ou outro fundo de investimento. Manuel tem isso muito claro: “não vale tudo para ganhar dinheiro”. E considera que os seus investimentos têm um duplo prêmio.

“Eu obtenho lucros e, ao mesmo tempo, a comunidade ganha assim como o de acudir essa injeção de fundos pra que as organizações que se regem por critérios éticos possam montar seus objetivos”. Manuel não esconde que anos atrás, outras pessoas riam dele por preocupar-se mais de ética do que a rentabilidade pela hora de investir em fundos.

Nesta ocasião imediatamente não escuta tantas gargalhadas ao ser demonstrado que esses investimentos são capazes de ser, até já pro próprio bolso, mais benéficas do que as tradicionais. Ignacio Perea Fernández-Pacheco é diretor de investimentos em Tressis, uma das primeiras corporações de serviço de gestão de carteiras, que apostou no Brasil, o Investimento Socialmente Responsável.

E correspondeu-se com a estratégia. “É um procedimento lento em que alguns países do norte da Europa nos levam anos de vantagem. Entretanto a nossa sociedade a cada dia que passa é mais maduro e o número de compradores que se regem por critérios éticos em seus investimentos se intensifica ano depois de ano”, afirma Perea.

Uma tendência que não há que confundir com a solidariedade ou socorro. “Por aqui não falamos de conceder dinheiro para ajudar uma circunstância; em tais investimentos, pesquisando-se, como em cada outra, a rentabilidade”. As corporações foram colocadas as pilhas conscientes do grande nicho de mercado dos fundos ISR. A transparência é a chave.

  • Três Locomoção por terra
  • IPad Mini quatro
  • TLC com o Uruguai (2004)
  • Luiz Grohs (Pipe Grohs)

A prática totalidade destes investidores marcam muitas barreiras que jamais conseguirá transferir o fundo escolhido pra depositar o seu dinheiro. São termos que podem não aparecer em relatórios de transparência réus antes do investimento. Como diz Antonio Jimeno, outro investidor ISR, “se dorme bem mais equilibrado no momento em que se entende o destino que se pretende conceder ao teu dinheiro e quem o administra”.

No teu caso (é biólogo) a prioridade na hora de escolher um fundo é que essa carteira assegure o meio ambiente, uma coisa que considera fundamental pra sobrevivência da humanidade. Antonio tem 67 anos e vive em Barcelona.

Insiste em que está convencido de que estes investimentos responsáveis “ajudam pra que esse universo seja um tanto melhor”. Carles Pera Oltra, diretor de gestão de patrimônios Tressis, insiste em que a experiência está demonstrando “que é possível obter rentabilidade social, sem abrir mão da rentabilidade financeira”. Esse negócio de gestão de carteiras é o primeiro que prega o exemplo.

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